Expressando compromisso e entendimento da vontade de Deus

Paulo instiga os irmãos de Corinto a revelar o amor e o compromisso por meio da generosidade, como podemos ler no capítulo oito, da segunda carta, do versículo onze ao quatorze:

Completai, agora, a obra começada, para que, assim como revelastes prontidão no querer, assim a leveis a termo, segundo as vossas posses. Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem. Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade, suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância daqueles venha a suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade,” (2Coríntios 8.11–14 RA).

Não existe outra forma de revelarmos o amor de Deus em favor uns dos outros que não por meio da expressão da equidade e da Sua justiça, pois quando compreendemos que o que temos, não é nosso, mas, que somos administradores e que devemos expressar compaixão e graça, revelando o amor de Deus por meio de nossa atitude, compreendendo que na nossa abundância podemos suprir a necessidade daqueles que não têm, para que quando necessitarmos a abundância na família se revele, suprindo as nossas necessidades.

Expressamos o compromisso e entendimento da vontade de Deus quando revelamos o amor, suprindo na nossa abundância, a necessidade daqueles que estejam passando por dificuldades. Esta atitude expressa a equidade e a justiça que são virtudes a revelarmos em nossa jornada como filhos de Deus.

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