Se entendêssemos

Paulo, na sua primeira carta aos Coríntios, capítulo sete, do versículo dois ao quatro, fala do casamento e afirma:

mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido. O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher.” (1Coríntios 7.2–4 RA).

Nós não compreendemos o casamento e nem como ele se relaciona com a vida de Igreja e a vontade de Deus para nós neste mundo. Temos que entender que não se trata de um fazer o que deseja e ser atendido em suas necessidades sem se ver na mesma situação de servir ao outro. No casamento o marido vive para servir a esposa e a esposa para servir ao marido. Se assim viverem saberão construir a relação e o casamento. Quando cada um busca o próprio interesse, o casamento está fadado ao fracasso. Na vida de Igreja é a mesma coisa. Somos chamados para sermos oferta em favor do outro, em darmos nossas vidas pelo crescimento, amadurecimento do outro. Se não entendermos isso, não existirá vida de Igreja, não terá reino de Deus revelado na terra e nem a vontade Dele será cumprida.

O reino de Deus se revela quando entendemos que devemos ser oferta em favor da vida do outro, pois se não compreendermos e vivermos buscando os nossos interesses, estaremos vivendo e andando segundo a forma de pensar natural, não espiritual.

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