Sem a cruz, sem a vida

Jesus, depois de perguntar aos discípulos sobre o que pensam sobre Ele e até mesmo o que os discípulos compreendiam, Ele fala sobre a Sua jornada até a crucificação, então Pedro o repreende por estas palavras. Então Jesus fala a Pedro e aos demais sobre a nossa jornada, como podemos ler em Marcos no capítulo oito, do versículo trinta e dois ao trinta e sete:

E isto ele expunha claramente. Mas Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo. Jesus, porém, voltou-se e, fitando os seus discípulos, repreendeu a Pedro e disse: Arreda, Satanás! Porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens. Então, convocando a multidão e juntamente os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de mim e do evangelho salvá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Que daria um homem em troca de sua alma?” (Marcos 8.32–37 RA).

Não podemos ser cristãos, seguidores de Cristo, querendo viver na perspectiva deste mundo, segundo a forma de pensar natural, pois não está no tentar nos salvar, em querer nos preservar que encontraremos a verdadeira vida. A vida de Deus está em seguirmos o exemplo de Cristo, em compreendermos que o nosso destino é a cruz, que não se trata da nossa vontade, mas de sermos oferta em favor do mundo, para que a vontade do Pai se cumpra em e através de nós, para sermos a luz e a expressão Dele aqui entre as pessoas.

Não temos como viver o reino de Deus, andar na Sua vontade e experimentarmos da verdadeira vida se não houver o caminho da cruz, se não entendermos que precisamos morrer com Cristo, para fazermos de nossas vidas oferta em favor da vontade do Pai, como o verdadeiro culto que O agrada.

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