A graça e a justiça se revelam antes das obras

Paulo na carta aos Romanos, capítulo quatro, falando da fé, afirma que somos justificados por que cremos, não porque fizemos, que a graça se revela antes dos resultados, assim como a justiça de Deus, como podemos ler nos versículos de seis ao nove.

E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras: Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado. Vem, pois, esta bem-aventurança exclusivamente sobre os circuncisos ou também sobre os incircuncisos? Visto que dizemos: a fé foi imputada a Abraão para justiça.” (Romanos 4.6–9, RA).

Precisamos aprender a agir como Deus, sendo Seus imitadores diante das pessoas, revelando a graça, a justiça e a misericórdia antes de termos os resultados, ou seja, antes delas fazerem as obras ou mesmo estarem comprometidos conosco, pois assim como Cristo se ofertou em nosso favor, sendo nós ainda pecadores, a graça foi revelada antes de nos comprometermos, a justiça foi expressa antes de qualquer resultado. Assim também, devemos agir com todos. O evangelho não se revela para os que creem, mas para todos, em todas as situações, para que possam crer e assim se submeterem a Deus, andando por fé e fazendo as obras que glorificam o Pai.

Temos que entender que somos responsáveis, como imitadores de Deus, de revelar a Sua graça e justiça antes que as pessoas possam crer, para que vendo-O em nós, possam se submeterem e andarem na Sua vontade.

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