O viver da Igreja

O viver da Igreja

foto por: Joel Muniz em Unsplash

Em Atos, capítulo dois, do versículo quarenta e três ao quarenta e cinco, temos o testemunho de como viviam as pessoas que tinha se convertido à vontade do Senhor e aos Seus ensinamentos:

Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade.” (Atos dos Apóstolos 2.43–45, RA).

Vemos uma maneira de viver que transcende toda e qualquer forma de pensar deste mundo, pois no modo de viver revelam compromisso com Deus, Sua vontade, com a expressão do Seu amor, o manifestar da graça, da misericórdia, da compaixão. Não se tratava de algo igualitário, mas da expressão de equidade e da justiça de Deus, pois não havia necessitados, estes eram supridos pela abundância de outros. O que nos faz vivermos desta maneira? Nossa natureza humana e religiosidade? Não! Somente o arrependimento, a conversão à vontade de Deus, o andarmos em temor e a convicção que temos do Espírito que nos capacita e nos conduz a viver segundo as virtudes de nosso Deus, pois Ele derrama abundantemente do amor, da graça e da Sua vida sobre nós.

Vivermos igreja pelos valores eternos é que nos conduzirá na vontade de Deus e à expressão do Seu amor no mundo, como a cumprirmos o nosso papel que é enchermos a terra com o conhecimento da Sua glória. Viver igreja segundo os valores do reino não é uma opção, é a única maneira de expressarmos que pertencemos ao nosso Deus e que compreendemos a Sua vontade.

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