Negando como Pedro

Negando como Pedro

foto por: Marcos Paulo Prado em Unsplash

No evangelho de Mateus, no capítulo vinte e seis, do versículo sessenta e nove ao setenta e cinco, podemos observar a negação de Pedro quanto a conhecer Jesus:

Ora, estava Pedro assentado fora no pátio; e, aproximando-se uma criada, lhe disse: Também tu estavas com Jesus, o galileu. Ele, porém, o negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. E, saindo para o alpendre, foi ele visto por outra criada, a qual disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o Nazareno. E ele negou outra vez, com juramento: Não conheço tal homem. Logo depois, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente, és também um deles, porque o teu modo de falar o denuncia. Então, começou ele a praguejar e a jurar: Não conheço esse homem! E imediatamente cantou o galo. Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. E, saindo dali, chorou amargamente.” (Mateus 26.69–75, RA).

Quando negamos a Cristo? Somente quando proferimos palavras como a de Pedro? Esta é uma questão a pensarmos, pois não está só nas palavras, mas, em nossas atitudes, nossas motivações, na forma como vivemos. Negamos, não somente por palavras, mas principalmente pela maneira como vivemos. Andamos neste mundo como uma pessoa natural? Somos gananciosos, orgulhosos e arrogantes? Buscamos os nossos interesses? Quando agimos segundo esses valores estamos negando a Cristo e a Sua obra em nosso favor, não importa o quanto temos sido religiosos. Não se trata do serviço que realizamos, mas da maneira e a motivação pela qual fazemos as coisas. Todas as nossas ações devem ser calcadas no expressar das virtudes do Pai, em revelar misericórdia, graça, manifestarmos compaixão, praticarmos a justiça e repartirmos com quem necessita, independente de quem seja. Somente revelamos o compromisso com Cristo quando andamos neste mundo como Seus imitadores.

Negamos a Cristo quando agimos de forma contrária aos valores eternos e a expressão das virtudes de Deus, mas, revelamos compromisso quando andamos como imitadores de Cristo, ofertando as nossas vidas e manifestando o Pai, agindo como Ele, expressando o Seu amor pelas pessoas.

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