O quanto temos sido semelhantes?

O quanto temos sido semelhantes?

foto por: Ben Hershey em Unsplash

Jesus ensinando e questionando a religiosidade das pessoas em Sua época, afirma no evangelho de Lucas, no capítulo sete, do versículo trinta e um ao trinta e cinco:

A que, pois, compararei os homens da presente geração, e a que são eles semelhantes? São semelhantes a meninos que, sentados na praça, gritam uns para os outros: Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não chorastes. Pois veio João Batista, não comendo pão, nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio! Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por todos os seus filhos.” (Lucas 7.31–35, BEARA).

Faz parte da natureza humana uma atitude como essa, pois sempre buscamos uma forma de nos desculparmos, negamos o que está acontecendo, nos justificamos da falta de compromisso, sempre jogamos a culpa no outro por não estar fazendo o que deveria, embora não tenhamos nos comprometido.. Nunca há a satisfação e o aprender com o momento, nunca paramos para nos questionar, achamos que a responsabilidade, a falta e o erro é do outro, não nosso.

Como podemos fazer diferente? Quando buscamos de coração a vontade de Deus, quando queremos conhecer, pois é no conhecimento Dele e Sua vontade que nos convertemos, que nos submetemos e nos comprometemos.

Enquanto não houver em nós o compromisso com a vontade do Senhor e a perseverança em compreender e nos submeter a ela, andando na verdade, nunca estaremos satisfeitos com o momento, nunca seremos diferentes de uma pessoa natural, embora religiosos.

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