O arrependimento expressamos nas obras

O arrependimento expressamos nas obras

foto por: eberhard grossgasteiger em Unsplash

No evangelho de Lucas, no capítulo três, versículos sete e oito, podemos observar pelas palavras de João Batista que não se trata do que falamos, mas da expressão em obras do arrependimento confessado:

As multidões iam se encontrar com João para serem batizadas por ele. Ele dizia a todos: — Ninhada de cobras venenosas! Quem disse que vocês escaparão do terrível castigo que Deus vai mandar? Façam coisas que mostrem que vocês se arrependeram dos seus pecados. E não digam uns aos outros: “Nós somos descendentes de Abraão.” Pois eu afirmo a vocês que até destas pedras Deus pode fazer descendentes de Abraão!” (Lucas 3.7–8, NTLHE).

Não se trata de afirmarmos sobre a nossa religiosidade ou cuidarmos da aparência, mas de expressarmos por nossas atitudes o arrependimento. Afirmamos que somos filhos de Deus, que cremos na Sua salvação pela graça, mas não agimos segundo a redenção que foi realizada por meio de Cristo. Não se trata do que falamos, mas do que fazemos, pois no fazer revelamos quem somos e no que cremos. Quando cremos na salvação, compreendendo a Sua vontade e obra em nossas vidas, agimos segundo Cristo, sendo Seus imitadores.

O arrependimento e a nova vida são reveladas nas obras que praticamos, pois elas falam do que cremos, do que somos, já a aparência fala de nossa religiosidade, da falta de entendimento, da imaturidade. Temos uma jornada de crescimento e amadurecimento para revelarmos o Reino neste mundo.

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