A religiosidade e o preconceito

A religiosidade e o preconceito

foto por: Alex Azabache em Unsplash

João, em seu evangelho, no capítulo um, versículos quarenta e cinco e quarenta e seis, relata a opinião de Natanael, como podemos ler:

“Filipe foi procurar Natanael e disse: — Achamos aquele a respeito de quem Moisés escreveu no Livro da Lei e sobre quem os profetas também escreveram. É Jesus, filho de José, da cidade de Nazaré. Natanael perguntou: — E será que pode sair alguma coisa boa de Nazaré? — Venha ver! — respondeu Filipe.” (João 1.45–46, NTLHE).

O posicionamento de Natanael não é diferente de um ser natural, nem de um religioso e muito menos diferente de nós em nossos dias, pois quantas e quantas vezes desprezamos pessoas, não as ouvimos somente por causa de sua origem? Assim como ele, em algumas ocasiões agimos com preconceito, religiosidade e desprezamos uma mensagem sem que paremos e a julguemos à luz das Escrituras.

Aprender a ouvir as pessoas, julgar à luz das Escrituras, nos impede de agirmos como religiosos e preconceituoso e assim, poderemos aprender sobre a vontade de Deus para as nossas vidas.

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