Atos de ignorância

Pronto para ser oferta

foto por: Annette Meyer emPixabay

Quando lemos em Atos, capítulo vinte e oito, versículo três e quatro sobre o entendimento da população da ilha sobre Paulo:

“Paulo ajuntou um feixe de gravetos e os estava jogando no fogo, quando uma cobra, fugindo do calor, agarrou-se na mão dele. Os moradores da ilha viram a cobra pendurada na mão de Paulo e comentaram: — Este homem deve ser um assassino. Pois ele escapou do mar, mas mesmo assim a justiça divina não vai deixá-lo viver.” (Atos dos Apóstolos 28.3–4, NTLHE).

Deste tipo de pensamento, após esperarem por um tempo e vendo que nada acontecia, eles vão para o outro extremo, como podemos ler no versículo cinco e seis:

“Mas Paulo sacudiu a cobra para dentro do fogo e não sentiu nada. Eles pensavam que ele ia ficar inchado ou que ia cair morto de repente. Porém, depois de esperar bastante tempo, vendo que não acontecia nada, mudaram de idéia e começaram a dizer que ele era um deus.” (Atos dos Apóstolos 28.5–6, NTLHE).

O que nos leva a agir como o povo da ilha? Nossa falta de entendimento e desconhecimento dos processos da vontade de Deus, pois assim sendo, agimos segundo a nossa ignorância espiritual. Não podemos continuar ignorantes quanto a vontade de Deus e sobre a Sua obra, devemos portanto, buscar de todo o coração andar na Sua presença conforme a Sua vontade.

Temos que entender que não é na nossa ignorância que vivemos a plenitude espiritual, mas somente quando buscamos de todo o coração o conhecimento de Deus.