Não é roubando que alcançamos vida

Não é roubando que alcançamos a vida

foto por: eberhard grossgasteiger em Unsplash

 

Jesus falando sobre isso em Lucas, capítulo vinte, versículos quarenta e cinco a quarenta e sete afirma:

O povo todo estava escutando, e Jesus disse aos discípulos: Cuidado com os mestres da Lei, que gostam de usar capas compridas e de ser cumprimentados com respeito nas praças. Eles escolhem os lugares de honra nas sinagogas e os melhores lugares nos banquetes. Exploram as viúvas e roubam os seus bens; e, para disfarçar, fazem orações compridas. Portanto, o castigo que eles vão sofrer será pior ainda!” (Lucas 20.45–47, NTLHE).

Não existe diferença entre os religiosos da época de Jesus e dos nossos dias, pois todos agem segundo os interesses próprios, se mostram dedicados e usam de subterfúgios para enganar e roubar e não estão interessadas nas necessidades dos outros, mas no que é a vontade própria.

O que temos sido? Fiéis que honram a Deus e desejam que os outros O conheçam ou temos agido como os religiosos e usado das pessoas, para que não só nos honrem, mas as temos roubado de seus bens para usar em interesse próprio?

A motivação que fazemos as coisas é que irão fazer a diferença para onde iremos e se alcançaremos ou não a verdadeira vida que provém de Deus.