Um mesmo povo, duas atitudes!

Um mesmo povo, duas atitudes

foto por: Will Walker em Unsplash

Temos na cura do endemoniado a expressão de duas atitudes diferentes de um mesmo povo. O que aprendemos disso e que pode nos ensinar sobre como devemos agir e o quanto devemos revelar compaixão pela vida humana. O endemoniado, queria seguir a Jesus e estar com Ele, o povo da região, que criavam porcos, queria que Ele fosse embora.

Depois de ter expulsado os demônios e curado aquele homem, o povo procura compreender o que tinha acontecido e vão até onde Jesus estava, como podemos ler em Lucas, capítulo oito, versículos trinta e cinco a trinta e sete: “Muita gente foi ver o que havia acontecido. Quando chegaram perto de Jesus, viram o homem de quem haviam saído os demônios. E ficaram assustados porque ele estava sentado aos pés de Jesus, vestido e no seu perfeito juízo. Os que haviam visto tudo contaram ao povo como o homem tinha sido curado. Aí toda a gente da região de Gerasa ficou com muito medo e pediu que Jesus saísse da terra deles. Então Jesus subiu no barco e foi embora.” (Lucas 8.35–37, NTLHE).

A criação de porcos era a fonte de renda daquela região. Eles comercializavam com os gentios. Faziam duas coisas que não lhes era permitido pela lei. E assim, agimos muitas vezes em nossas vidas. Sabemos que algo não deve ser feito e fazemos porque o nosso interesse pessoal é maior.

Já o homem que fora liberto, tem a seguinte atitude, como está nos versículos trinta e oito e trinta e nove: “E o homem de quem os demônios tinham saído implorou a Jesus: Me deixe ir com o senhor! Mas Jesus o mandou embora, dizendo: Volte para casa e conte o que Deus fez por você. Então o homem foi pela cidade, contando o que Jesus tinha feito por ele.” (Lucas 8.38–39, NTLHE).

Ele preferia estar com Cristo, mas o que o Senhor lhe diz? Que ele testemunhasse sobre o reino entre os seus parentes, amigos e pessoas que o conheciam, pois o espalhar as boas novas do reino era mais importante do que simplesmente caminhar junto de Cristo.

Que possamos priorizar o que é importante e revelar o reino de Deus no mundo e não queiramos andar segundo os nossos interesses, deixando os valores eternos de lado.