Continuamos na mesma religiosidade

Continuamos na mesma religiosidade

foto por: Artūrs Ķipsts em Unsplash

Enquanto continuarmos a achar que tudo é culpa dos pecados que cometemos e que Deus está nos punindo pelo que nos sobrevém, permaneceremos como religiosos e sem o entendimento da Sua obra e da nossa realidade.

Precisamos agir como filhos e compreender que, como Cristo, devemos aproveitar cada oportunidade para que haja a expressão da glória de Deus no que fazemos. Os discípulos perguntaram se o homem era cego por causa do pecado, mas o que respondeu Jesus? Podemos ler sobre esta questão no evangelho de João, capítulo nove, do versículo um ao quatro: “Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença. E os seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus. É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.” (João 9.1–4, BEARA).

O pecado trouxe o mal para o mundo, mas temos que entender que devemos revelar a glória de Deus em todas as coisas. Não só na cura dos enfermos, como foi a situação acima que Jesus restaurou a vista, mas em todas as coisas que tivermos a oportunidade para revelar a Sua graça e amor.

Temos que entender que por causa do pecado, já estamos condenados, perdidos e separados de Deus, mas Ele revelou o Seu amor, enviando Cristo, para que pudéssemos ser reconciliados por Ele. Tudo que nos sobrevém faz parte da vida, é natural. Não é natural, quando temos o conhecimento do Pai e achamos que Ele nos pune por isso, pois assim, só estamos revelando religiosidade e não podemos andar como religiosos, mas, como filhos de Deus, sendo luz neste mundo.

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