Prontos para condenar

Prontos para condenar

foto por: eberhard grossgasteiger em Unsplash

Estamos sempre prontos para condenar, apontar o erro e o pecado do outro, mas não para revelar a compaixão e misericórdia em favor dele para que possa conhecer o Pai e a Sua vontade.

Diante da mulher adúltera os religiosos queriam a condenação, mas o que faz Jesus para chamar-lhes a atenção? Podemos ler sobre isso em João, capítulo oito, do versículo três ao oito: “Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos, disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão.” (João 8.3–8, BEARA).

A questão é o pecado da mulher? Ou a nossa atitude e insistência em querer preservar a nossa religiosidade e hipocrisia? Estamos prontos a manifestar a compaixão e misericórdia revelada por Cristo ou insistimos em postar-nos com hipocrisia? Precisamos compreender quem somos e o nosso papel neste mundo, pois como Cristo, não estamos aqui para condenar, mas para salvar. É nossa responsabilidade conduzir as pessoas ao conhecimento de nosso Deus e não tem outra forma de fazermos isso que não agindo como Ele em favor das pessoas.

 

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