A ordem do culto

A ordem do culto

foto por: Rhand McCoy em Unsplash

Entendermos o propósito de nossas reuniões é importante para que não sejamos religiosos e priorizemos liturgias e regras que traduzem a vontade de homens e não o querer de Deus para as nossas vidas, pois a razão de nos reunirmos é para que haja o crescimento, o ensino e que seja um processo não para receber, mas para dar em favor do outro.

Podemos observar esta questão, na maneira como Paulo instrui os irmãos de Corinto, em sua primeira carta no capítulo quatorze, do versículo vinte e seis ao vinte e oito: “Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo,outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação. No caso de alguém falar em outra língua, que não sejam mais do que dois ou quando muito três, e isto sucessivamente, e haja quem interprete. Mas, não havendo intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus.” (1Coríntios 14.26–28, BEARA).

E assim ele vai expondo sobre o profeta, o trazer revelação e outras ações que são realizadas. Tendo este entendimento na maneira de conduzir, precisamos repensar em como fazemos as nossas reuniões, pois a edificação sendo o propósito, devemos nos conduzir de maneira a ofertarmos para que ela seja alcançada e todos amadureçam e compreendam como devem viver o reino de Deus.

Temos e precisamos viver neste mundo de maneira que o foco seja o crescimento da igreja, no estimular a entregar o que Deus nos concedeu para que todos possam exercer os dons com decência e ordem para o amadurecimento da família.