Lançarmos fora o fermento

Lançarmos fora o fermento

foto por: Artur Rutkowski em Unsplash

O pecado é como um fermento em nossas vidas e no nosso meio, por isso precisamos compreender que temos que rejeitar, retirar de nosso meio toda ação que seja contrária à vontade de Deus e que revela a natureza humana, pois quando aceitamos e convivemos com a injustiça, na realidade ela irá nos dominar e conduzir para fora da vontade de Deus.

Paulo falando sobre isso em sua primeira carta aos irmãos de Corinto, afirma no capítulo cinco, do versículo seis ao oito: “Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda? Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade.” (1Coríntios 5.6-8, BEARA).

Quando falamos que não podemos permitir que o fermento levede toda massa, estamos falando da igreja, da assembleia dos santos, do ajuntamento, da família de Deus, pois não pode existir compromisso pessoal de cada um com o Pai se não houver o entendimento que não podemos viver uma vida fora da Sua vontade. O pecado, quando permitimos que ele ocorra, passa a ser normal e todas as ações passam a ser norteadas pela injustiça e não segundo a vontade de Deus, aceitamos como algo comum, nos esquecendo de quem somos e o propósito de nossas vidas no mundo que está relacionado a revelarmos o Pai a todas as pessoas.

Nossas relações na família de Deus e dela com o mundo, deve ser pautada pela expressão da justiça e virtudes divinas e não pelo pensamento natural, pois quando andamos por ele, estamos de fato negando o Deus que nos tirou das trevas.