A fonte de toda contaminação

A fonte de toda contaminação

foto por: Anh Vy em Unsplash

Estamos impuros não pelo que comemos ou tocamos, mas por tudo aquilo que sai do nosso coração que não expressa a vontade de Deus e que fala dos desejos naturais e da vontade da carne que não precisa estar em obras, mas primeiramente no coração que deseja e se empenha em externar estes desejos.

Jesus falou sobre isso em Marcos, capítulo sete, versículo quinze: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai do homem é o que o contamina.” (Marcos 7.15, BEARA). E completou do versículo dezoito ao vinte e três: “Então, lhes disse: Assim vós também não entendeis? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar, porque não lhe entra no coração, mas no ventre, e sai para lugar escuso? E, assim, considerou ele puros todos os alimentos. E dizia: O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem.” (Marcos 7.18–23, BEARA).

Necessitamos compreender que é no coração que surgem os desejos que são contrários à natureza de Deus e a expressão da Sua vontade e como fomos chamados para proclamar as virtudes do Pai. Temos que entender que precisamos fazer morrer a natureza humana para expressarmos a vida e a natureza espiritual, provinda de Deus, que recebemos no novo nascimento quando nos submetemos a Cristo.

Tendo este entendimento compreendemos que o que nos contamina não é o que é exterior, mas o que provém do nosso coração natural corrompido que é contrário à natureza divina que recebemos no novo nascimento.

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