Uma perspectiva sombria

Uma perspectiva sombria

foto por:   Casey Horner em Unsplash

Paulo tinha um sonho e sabia que era da vontade de Deus que incluía ir a Jerusalém e de lá, ir para Roma anunciar o evangelho que estava pregando, mas poderia ele imaginar o que lhe esperava? Sabendo nós como ele do que iria acontecer, continuaríamos firmes no propósito? Estas são questões que devemos refletir e, principalmente, nos levará a compreendermos o nosso grau de maturidade e compromisso com a vontade do Pai.

Quando estava voltando à Jerusalém, foi advertido que teria tempos difíceis, como está em atos no capítulo vinte e um, versículo quatro: “Encontrando os discípulos, permanecemos lá durante sete dias; e eles, movidos pelo Espírito, recomendavam a Paulo que não fosse a Jerusalém.” (Atos dos Apóstolos 21.4, BEARA). Não sendo suficiente este aviso, veio também Ágabo, que falou mais claro, como está nos versículos dez e onze: “Demorando-nos ali alguns dias, desceu da Judéia um profeta chamado Ágabo; e, vindo ter conosco, tomando o cinto de Paulo, ligando com ele os próprios pés e mãos, declarou: Isto diz o Espírito Santo: Assim os judeus, em Jerusalém, farão ao dono deste cinto e o entregarão nas mãos dos gentios.” (Atos dos Apóstolos 21.10–11, BEARA).

O que os que ouviram fizeram? O que Paulo fez? Fugiu? Alterou o seu destino? Temos a resposta para estas questões nos versículos doze e treze: “Quando ouvimos estas palavras, tanto nós como os daquele lugar, rogamos a Paulo que não subisse a Jerusalém. Então, ele respondeu: Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus.” (Atos dos Apóstolos 21.12–13, BEARA).

Estamos dispostos a morrer pelo nome do Senhor? Quando compreendemos a vontade de Deus, entendemos o que é para ser feito, podemos ou temos retrocedido diante das dificuldades, das portas que se fecham? Ou o que temos feito e agido com a convicção de Paulo quanto ao que precisa ser feito? Precisamos amadurecer e conhecer o Pai e a Jesus Cristo para que, como Paulo, sejamos oferta em favor das pessoas e do mundo, para que haja esperança de conhecerem o Pai e a Sua vontade.

 

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