Além da convicção religiosa

Além da convicção religiosa

foto por: Patrick Robert Doyle em Unsplash

Como podemos observar nos relatos bíblicos, alguns preservando os valores religiosos, anunciavam somente para os judeus, outros, com o entendimento segundo a vontade do Pai, anunciavam a todos. Precisamos compreender que o nosso papel não é para restringirmos a quem falar do evangelho, mas devemos testemunhar e trazer luz ao entendimento de todas as pessoas, independente do que pensamos ou achamos.

Podemos ler o relato de Lucas, em Atos dos apóstolos, capítulo onze, sobre os que tinham sido espalhados por causa da tribulação que sobreveio à Estevão, do versículo dezenove ao vinte e um: “Então, os que foram dispersos por causa da tribulação que sobreveio a Estêvão se espalharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a ninguém a palavra, senão somente aos judeus. Alguns deles, porém, que eram de Chipre e de Cirene e que foram até Antioquia, falavam também aos gregos, anunciando-lhes o evangelho do Senhor Jesus. A mão do Senhor estava com eles, e muitos, crendo, se converteram ao Senhor.” (Atos dos Apóstolos 11.19-21, BEARA).

A expressão da justiça de Deus se dá quando compreendemos que o reino é para todos, que o evangelho é para ser expresso e revelado a todas as pessoas, independente de suas crenças e valores, pois não se trata do que pensamos, e nem de agirmos com restrição, mas de compreendermos a vontade do Pai e sermos a oferta em favor de todos.

Somos chamados para revelarmos Cristo por meio de nossas vidas, por isso, não dá para fazermos o quê e nem como queremos, mas sermos oferta em favor de todos como Ele, inclusive do traidor, por isso, não podemos nos prender às nossas convicções religiosas.

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