O repartir de responsabilidade

O repartir de responsabilidade

foto por: Mimi Thian em Unsplash

Viver igreja não se trata de querer fazer tudo sozinho e nem achar-se como dono da missão, mas compreendermos que temos funções diferentes e que o melhor para o corpo é quando aprendemos a repartir responsabilidades, de maneira que a jornada não seja pesada e que o Corpo possa crescer amadurecer e ser bem servido em todos os aspectos.

Em Atos, capítulo seis, do versículo um ao seis, vemos esta questão, quando os apóstolos, não podendo fazer tudo, recomenda a Igreja a indicar pessoas para que possam servir as mesas: “Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária. Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.” (Atos dos Apóstolos 6.1–6, BEARA).

Temos que entender que não se trata de ser melhor, superior ou inferior, mas de compreendermos que o Corpo tem necessidades e que é da responsabilidade das pessoas maduras se colocarem como oferta para que possam servir aos irmãos, apoiando, organizando e ajudando na jornada com muita sabedoria e graça para que haja o crescimento, amadurecimento e expressão das virtudes de Deus diante de todos.

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