A irracionalidade do processo

A irracionalidade do processo

foto por: David Boca em Unsplash

Sem qualquer motivo que justificasse a condenação ou testemunha que trouxesse algo contundente Ele foi condenado à morte, não porque tinham alguma coisa contra Ele, mas, porque Ele se fez oferta, se posicionou para a vontade de Deus e não se defendeu das acusações, mas criou as condições para que tal acontecesse.

Quando foi acusado diante de Pilatos, nada respondeu, como podemos ler em Mateus vinte e sete, do versículo onze ao treze: “Jesus estava em pé ante o governador; e este o interrogou, dizendo: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu o dizes. E, sendo acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Então, lhe perguntou Pilatos: Não ouves quantas acusações te fazem?” (Mateus 27.11–13, BEARA). E a multidão, movida pelos religiosos, pediram a condenação de Jesus, como está nos versículos vinte e dois e vinte e três:  “Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos. Que mal fez ele? Perguntou Pilatos. Porém cada vez clamavam mais: Seja crucificado!” (Mateus 27.22–23, BEARA).

Quando vemos a atitude de Jesus, podendo se livrar daquela hora, Ele se ofertou em favor da vontade do Pai, Ele se fez oferta, criou as condições para que o plano e a vontade de Deus se cumprissem e assim, nós pudéssemos alcançar a vida. Como Cristo, devemos aprender a nos sujeitarmos à vontade de Deus, pois embora em algumas situações não pareça tão boa, é a melhor coisa para as nossas vidas, pois cumpriremos o desejo do Pai, como seremos a oferta em favor do mundo para que O conheça.

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