Entregamos nossas vidas às obras de Justiça

Temos que compreender morremos com Cristo e com Ele ressuscitamos para vivermos uma nova vida segundo a vontade de Deus. Por causa da Sua graça não podemos continuar como se ainda fôssemos escravos do pecado, mas, escravos da justiça para revela-Lo por meio de nossas vidas.

Paulo, na carta aos romanos, no capítulo seis, no versículo um e dois, fala sobre esta questão de ter morrido para o pecado e sobre a graça de Deus: “Portanto, o que vamos dizer? Será que devemos continuar vivendo no pecado para que a graça de Deus aumente ainda mais?  É claro que não! Nós já morremos para o pecado; então como podemos continuar vivendo nele?” (Romanos 6.1-2, NTLHE). E ele explica nos versículos três e quatro: “Com certeza vocês sabem que, quando fomos batizados para ficarmos unidos com Cristo Jesus, fomos batizados para ficarmos unidos também com a sua morte. Assim, quando fomos batizados, fomos sepultados com ele por termos morrido junto com ele. E isso para que, assim como Cristo foi ressuscitado pelo poder glorioso do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova.” (Romanos 6.3–4, NTLHE).

E no versículo quatorze, ele afirma que o pecado não tem domínio sobre nós, não nos controla mais: “O pecado não dominará vocês, pois vocês não são mais controlados pela lei, mas pela graça de Deus.” (Romanos 6.14, NTLHE). E ai, no versículo dezenove ele afirma: “Falo com palavras bem simples porque vocês ainda são fracos. No passado vocês se entregaram inteiramente como escravos da imoralidade e da maldade para servir o mal. Entreguem-se agora inteiramente como escravos daquilo que é direito para viver uma vida dedicada a Deus.” (Romanos 6.19, NTLHE).

Fazermos de nossas vidas uma oferta e a entregarmos para vivermos dedicados a Deus, implica em praticarmos a Sua justiça, obras de justiça que O revelam, em sermos semelhantes a Cristo, em revelarmos o amor e esta ação, implica em fazermos de nossa vida uma oferta em favor dos outros para que conheçam ao Pai. Temos que entender que nossas vidas devem ser como uma libação (um derramar como oferta em favor dos outros) em favor daqueles que não conhecem a vontade do Pai. Este ato é a verdadeira expressão de compaixão.

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