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Integridade, voluntariedade e transparência: vivendo a fé como resposta sincera ao chamado de Cristo.
Em 2Coríntios 8.16-19, Paulo fala sobre a coleta para os irmãos em Jerusalém e destaca a dedicação de Tito como exemplo de integridade no serviço cristão, como podemos ler no versículo 16:
“Mas graças a Deus, que pôs no coração de Tito a mesma dedicação que temos por vocês.” (2Coríntios 8.16 NAA)
A vida cristã precisa ser vista como fruto da graça de Deus agindo em cada detalhe. É essa graça que nos conduz a viver com transparência e integridade diante das pessoas e do Senhor. Até mesmo o uso dos recursos financeiros deve nascer dessa obra divina no coração, não como obrigação, mas como resposta voluntária e apaixonada ao chamado de Cristo.
Servir não é peso, é privilégio. Administrar o que temos — tempo, dons, dinheiro — deve ser feito com responsabilidade e clareza, sempre visando a glória de Deus. Toda boa obra nasce da graça, não da iniciativa humana isolada. O que fazemos é resposta ao mover do Senhor em nós.
Por isso, nossa dedicação no ministério e na vida deve ser marcada por voluntariedade, alegria e fidelidade. A graça nos impulsiona, e nós respondemos com entrega sincera. Assim, cada ato, cada oferta e cada serviço se tornam expressão viva da obra de Deus em nós, refletindo Cristo ao mundo.
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