A lógica e experiência não suplantam o conhecimento espiritual

A lógica e experiência não suplantam o conhecimento espiritual

foto por: Annie Spratt em Unsplash

Precisamos sempre refletir se o nosso mover e agir estão baseadas somente em métodos, processos, segundo a lógica e experiência humana ou se estamos nos deixando ser guiados pelo Espírito por meio das revelações e caminhos que Ele quer nos levar quanto a vontade de Deus.

Paulo, não tinha experiência e nem o conhecimento, por isso não foi ouvido com relação aos riscos que enfrentariam. O que é normal por parte dos experientes, mas, por que ele alertou com relação aos riscos, como está em Atos, capítulo vinte e sete, versículos dez ao doze: “Homens, estou vendo que daqui para diante a nossa viagem será perigosa. Haverá grandes prejuízos não somente com o navio e com a sua carga, mas também haverá perda de vidas. Mas o oficial romano tinha mais confiança no capitão e no dono do navio do que em Paulo. O porto não era bom para passar o inverno. Por isso a maioria achava que devíamos sair dali e tentar chegar a Fênix. Essa cidade é um porto de Creta que tem um lado para o sudoeste e o outro para o noroeste. E eles achavam que poderíamos passar o inverno ali.” (Atos dos Apóstolos 27.10–12, NTLHE).

Por que houve essa revelação? Esses são os mistérios de Deus, pois todo o processo levou o centurião a confiar mais em Paulo que nos demais, como houve a oportunidade de Paulo testemunhar com relação ao reino e ao seu Deus. Para Paulo houve a bênção, pois poderia haver perda de vidas, mas elas foram poupadas e no final da jornada, na ilha, quando ocorreu o naufrágio, nenhuma tinha sido perdida, somente o navio e a carga.

Que possamos adotar o mesmo posicionamento de Paulo com relação às situações que vamos enfrentar, sempre testemunhando do reino e revelando compaixão pelas pessoas, pois é assim que revelamos as virtudes de Deus a delas.