foto por: Antonio López por Pixabay
Como a graça nos tira do legalismo e nos conduz a uma vida que frutifica para Deus
Em Romanos 7.1–6, aprendemos que morremos para a lei — isto é, para a condenação que ela trazia sobre nós — e, no novo nascimento, fomos unidos a Cristo. Essa união tem um propósito claro: viver uma nova vida que produza frutos para Deus, como Paulo afirma no versículo 4.
“Assim, meus irmãos, também vocês morreram para a lei, por meio do corpo de Cristo, para que pertençam a outro, a saber, àquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus.” (Romanos 7.4 NAA)
A lei é legítima e boa, mas sua autoridade alcança apenas a condição de quem ainda está vivo sob ela. Quando morremos com Cristo, esse vínculo é quebrado. Não morremos para a lei no sentido de ignorá-la, mas em relação à condenação que ela trouxe por causa do nosso pecado. Ser livre da lei não é viver em libertinagem, pois agora pertencemos a outro: Jesus Cristo, o Senhor.
Essa nova união tem um alvo: frutificar para Deus. Já não servimos a Deus pelo espírito da lei, marcado pelo legalismo, mas pelo Espírito. É Ele quem nos conduz a uma vida que glorifica a Deus, produzindo frutos que nascem da graça — não do medo, nem da tentativa de se justificar.
Em Cristo, deixamos de buscar aceitação por desempenho moral. Vivemos a partir de uma nova posição: estamos unidos a Ele. Obedecemos não por obrigação, mas por gratidão. A lei nos orienta sobre como viver, mas não nos governa. Agora dependemos da graça e da direção do Espírito, que nos guia à vontade do Pai e revela uma fé viva, verdadeira e frutífera.
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