Quantas e quantas vezes pensamos nas palavras de Jesus sobre a porta estreita e associamos entre as escolhas de viver segundo os valores do mundo, ou escolhermos os valores e regras religiosas que nos são impostas. Precisamos entender que ambos fazem parte do mesmo sistema de pensamento e tem origem no Diabo e não fazem parte do reino de Deus.
Jesus respondeu sobre a questão da salvação, da porta estreita, em Lucas, no capítulo treze, no versículo vinte e quatro onde afirmou: “Alguém perguntou: — Senhor, são poucos os que vão ser salvos? Jesus respondeu: — Façam tudo para entrar pela porta estreita. Pois eu afirmo a vocês que muitos vão querer entrar, mas não poderão.” (Lucas 13:23-24, NTLH).
Não existe nada mais fácil, não existe nada mais simples e mais tranquilo que fazer as escolhas religiosas que muitas vezes nos apresentam. Falam da salvação, mas não deixam claro o que seja viver o reino de Deus. Falam da necessidade de frequentar os cultos e reuniões, e da necessidade de darmos os dízimos e ofertas, mas não nos ensinam sobre justiça, sobre repartir o que temos e também não fazem isso. Não nos falam e nem nos instigam a conhecer a vontade de Deus e nem a importância de julgarmos o que ouvimos em relação ao que está na palavra.
Fazemos as escolhas religiosas, achando que o nosso culto é uma oferta a Deus, que os nossos cânticos são para Ele com o intuito de mantê-lo favorável a nós e nos abençoar e não compreendemos que as lutas, problemas e aflições é Ele operando para acordarmos para esta mentira religiosa. Precisamos entender que viver o reino é servir, é se colocar em favor do outro, não esperar que os outros façam para nós. Precisamos entender que as escolhas religiosas que temos feito não nos levarão para o reino de Deus, nem nos conduzirá a revelarmos este reino ao mundo, mas, a sermos e a continuarmos a ser agentes do Diabo, revelando e manifestando o seu pensamento por meio de atitudes religiosas como se agradassem a Deus.
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