Quando Cristo se tornou como nós

A obra indispensável da encarnação que destrói o medo, cancela a culpa e garante nossa redenção.

Cientes do processo de redenção descrito em Hebreus 2.14–18, podemos destacar especialmente o versículo 17, que fala da necessidade da obra de Cristo para a nossa salvação.

“Por isso mesmo, era necessário que, em todas as coisas, ele se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo.” (Hebreus 2.17 NAA)

A encarnação de Cristo era absolutamente essencial para a nossa redenção. Ele assumiu plenamente a natureza humana — sem pecado — tornando‑se nosso representante. Viveu em perfeita obediência, morreu em nosso lugar e, pela Sua morte e ressurreição, derrotou o poder do diabo sobre a condenação e a acusação que pesavam sobre nós.

Por meio da Sua oferta, Cristo nos liberta do medo da morte, remove a culpa e quebra a escravidão emocional e espiritual. Como nosso Sumo Sacerdote, Ele satisfaz a justiça de Deus, aplaca a ira divina contra o pecado e se torna totalmente capaz de nos socorrer, porque sofreu as mesmas dores e tentações que enfrentamos.

Por isso, não precisamos mais temer a morte. O poder condenatório dela foi destruído. A nossa redenção é segura — não depende do que fazemos, mas da fé na graça que nos liberta. O diabo já não tem base legítima para nos acusar, porque a dívida foi cancelada em Cristo.

E agora caminhamos rumo à santificação, não para conquistar o favor de Deus, mas porque já fomos alcançados por Ele. Nosso viver é para revelar o reino, mostrar Sua glória e testemunhar a salvação que recebemos.

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