Foto de Mohamad Babayan na Unsplash
Paulo viu uma cidade cheia de ídolos, mas escolheu levar esperança em vez de apenas apontar erros.
Paulo ficou profundamente entristecido ao ver a idolatria que dominava Atenas, como lemos em Atos 17.16-18, e no versículo 17, observamos a sua atitude. Mesmo diante dessa realidade, ele não permaneceu em silêncio. Pelo contrário, ensinava nas sinagogas e conversava com as pessoas da cidade, anunciando Cristo e a ressurreição.
“Por isso, falava na sinagoga com os judeus e os gentios piedosos; também na praça, todos os dias, com os que se encontravam ali.” (Atos 17.17 NAA)
Atenas era uma das cidades mais importantes do mundo antigo em cultura, filosofia e religião. Ao observar que a cidade estava repleta de ídolos, Paulo não ficou impressionado com sua grandeza. Seu coração se encheu de tristeza e indignação, pois a glória que pertence somente a Deus estava sendo destinada a falsos deuses.
Mesmo diante desse cenário, Paulo não se isolou nem apenas condenou as pessoas. Ele foi ao encontro delas. Pregou aos judeus, aos gentios tementes a Deus e falou diariamente nas praças públicas, locais de debates e troca de ideias. Ali, anunciou a mensagem da redenção, deixando claro que todos precisam de Cristo. Sua atitude demonstrava que a sabedoria humana, por si só, é incapaz de salvar. A idolatria é uma evidência da condição pecaminosa do ser humano e de sua necessidade da graça de Deus.
Esse texto nos desafia a examinar constantemente o nosso coração para identificar se algo tem ocupado o lugar que pertence somente ao Senhor. Não devemos ser indiferentes ao pecado e à incredulidade ao nosso redor. Pelo contrário, somos chamados a testemunhar de Cristo nos ambientes onde vivemos, valorizando a verdade das Escrituras acima da sabedoria humana. Devemos manter o evangelho no centro da nossa fé, confiando que somente Jesus Cristo tem poder para transformar vidas e conceder a salvação.
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