foto por: Junior Moran em Unsplash
A história de Saulo nos ensina que Deus alcança até aqueles que parecem mais improváveis.
Em Atos 9.1-9, podemos observar as intenções de Saulo, o processo de sua conversão e principalmente a identidade de Cristo, sua união com a igreja e o fato que a conversão ser uma obra direta e soberana, como podemos ler a declaração que faz a Saulo (v.5).
“Ele perguntou: — Quem é o senhor? E a resposta foi: — Eu sou Jesus, a quem você persegue.” (Atos dos Apóstolos 9.5, NAA)
Até aquele momento, Saulo acreditava que perseguia apenas pessoas e combatia uma ideia. Entretanto, na realidade, perseguia o próprio Cristo. Isso nos mostra que ele não estava buscando a Deus; foi o Senhor quem tomou a iniciativa, interrompeu sua jornada, revelou-Se a ele e transformou completamente sua vida pela graça salvadora.
Jesus não perguntou por que Saulo perseguia os discípulos, mas porque O perseguia. Saulo ainda não compreendia essa verdade, pois, em sua religiosidade, pensava estar servindo a Deus. Sua conversão mostra que a salvação não consiste apenas em adquirir conhecimento ou mudar de opinião. Trata-se de uma transformação profunda e sobrenatural, realizada pelo próprio Deus no coração do pecador.
Esse relato também nos ensina que ninguém está fora do alcance da graça de Deus. Por isso, não devemos deixar de orar pelas pessoas nem perder o interesse por elas. A salvação não depende da nossa capacidade, mas do Senhor que chama eficazmente e realiza a Sua obra.
Além disso, somos lembrados de que a Igreja deve ser tratada com seriedade e amor, pois ela pertence a Cristo e está unida a Ele. A fé que professamos também precisa ser acompanhada de obediência, não como meio de salvação, mas como resposta de gratidão pela graça recebida. Por isso, devemos examinar continuamente nossas convicções à luz da Palavra, para que não revelemos rebeldia, mas humildade, submissão e disposição para servir ao Senhor.
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