A cruz não foi acidente

Entenda como o plano soberano de Deus e o pecado humano se encontram na morte e ressurreição de Cristo — e o que isso muda totalmente na sua vida.

Pedro, ao continuar sua pregação (Atos 2.22–28), conduz ao centro do evangelho: Jesus Cristo — Sua pessoa e Sua obra dentro do plano soberano de Deus. O ponto-chave está no versículo 23:

“a este (Jesus), entregue conforme o plano determinado e a presciência de Deus, vocês mataram, crucificando-o por meio de homens maus.” (Atos 2:23 NAA)

Pedro afirma com clareza: os sinais realizados por Cristo confirmaram publicamente quem Ele é — o Filho de Deus, o Messias. Jesus não foi apenas um mestre; Ele é o próprio Filho eterno. Sua entrega não foi aleatória. Foi parte do plano soberano de Deus. Ao mesmo tempo, a crucificação aconteceu por causa do pecado humano. Nós somos responsáveis. A cruz não foi um acidente — foi o cumprimento do decreto divino para salvar o Seu povo.

A ressurreição é a declaração de Deus de que o sacrifício de Cristo foi aceito. A morte foi vencida. Isso prova que a obra redentora de Jesus é completa, eficaz e suficiente. E aquilo que é verdade sobre Cristo se aplica a nós que nos rendemos a Ele pela fé, pela graça.

Diante disso, nossa resposta deve ser clara: confiar totalmente na soberania de Deus, reconhecer a gravidade do pecado e descansar na obra consumada de Cristo. Devemos buscar as Escrituras — que apontam para Cristo — e viver com esperança.

Nossa segurança eterna não está no nosso esforço, mas na vitória perfeita de Cristo.

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