Porque não precisamos mais viver tentando pagar pecados ou compensar erros
Por meio da carta aos Hebreus entendemos que, assim como os sacerdotes ofereciam sacrifícios de animais pela culpa, Cristo também ofereceu um sacrifício para a remissão dos pecados. A diferença é que Ele não oferece algo externo: Ele oferece a Si mesmo — de uma vez por todas. Isso fica claro em Hebreus 8.3-6, especialmente no versículo 6:
“Mas agora Jesus obteve um ministério tanto mais excelente, quanto é também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas.” (Hebreus 8.6 NAA)
Com Sua oferta, Jesus se torna o Mediador de uma nova aliança, muito superior à antiga, porque Seu sacrifício não depende de rituais, repetições ou sistemas cerimoniais. Ele é perfeito, definitivo e suficiente. Por meio dessa obra, recebemos perdão real, um novo coração, o novo nascimento, somos feitos à imagem de Cristo e recebemos a própria vida e natureza de Deus, sendo capacitados a viver como Cristo neste mundo. Além disso, agora temos acesso direto ao Pai, porque Cristo é o nosso Advogado diante Dele.
Por causa da obra de Cristo, podemos confiar totalmente na suficiência do Seu sacrifício. Não precisamos acrescentar nada ao que Ele já realizou. Tentar “pagar” pecados ou “compensar” erros contradiz o evangelho. Precisamos abandonar a mentalidade das antigas sombras — a ideia de que rituais, regras ou superstições têm algum poder ou podem contribuir com o que Deus já fez. Essas coisas não têm valor. Nossa fé se apoia somente na obra consumada de Cristo, não em símbolos.
Agora podemos viver firmados nas promessas da nova aliança: perdão completo, um novo coração, acesso direto à presença de Deus e a certeza de que Cristo intercede continuamente por nós.
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