foto por: Ben White em Unsplash
Por que orar é expressar dependência e gratidão e não tentar convencer Deus
Assim como a Palavra é essencial, a oração também é indispensável em nossas vidas. Ela não é um dever, mas um reconhecimento da graça de Deus, que opera em nós e nos faz compreender nossa responsabilidade e papel no mundo, por conhecermos o Pai e o mistério de Cristo. Como lemos em Colossenses 4.2-4:
“Continuem a orar, vigiando em oração com ação de graças. Ao mesmo tempo, orem também por nós, para que Deus nos abra uma porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado. Orem para que eu torne esse mistério conhecido, como me cumpre fazer.” (Colossenses 4.2–4 NAA)
Orar não é convencer Deus das nossas necessidades, mas reconhecer nossa total dependência Dele. Oramos porque entendemos a graça de Deus e expressamos gratidão pelo que Ele fez e continua fazendo em nós. Como Paulo, devemos pedir oportunidades — que Deus abra portas para anunciarmos Cristo — e sabedoria para comunicar essa verdade com clareza.
O que precisamos entender? Deus é soberano. A oração não muda Sua vontade, mas revela nossa gratidão e dependência. Ela nos alinha ao propósito divino, para que façamos não o que pensamos ser certo, mas o que Ele deseja, conduzidos pela Sua vontade.
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