Morrendo para as regras: a verdadeira liberdade em Cristo

Santidade não é aparência, mas vida na graça de Deus, tendo a cruz como fundamento para seguir Cristo

Tendo morrido com Cristo, também morremos para todo sistema religioso baseado no esforço humano — cheio de regras, imposições morais e princípios criados por homens — como Paulo alerta em Colossenses 2.20-23:

Se vocês morreram com Cristo para os rudimentos do mundo, por que se sujeitam a regras, como se ainda vivessem no mundo? “Não toque nisto”, “não coma disso”, “não pegue naquilo”. Todas estas coisas se destroem com o uso; são preceitos e doutrinas dos homens. De fato, essas coisas têm aparência de sabedoria, ao promoverem um culto que as pessoas inventam, falsa humildade e tratamento austero do corpo. Mas elas não têm valor algum na luta contra as inclinações da carne.” (Colossenses 2.20–23 NAA)

O que são os rudimentos do mundo? São práticas que exaltam méritos humanos: rituais, regras e esforços para alcançar Deus sem Cristo e sem a cruz. Quando nos voltamos para isso, retornamos à lei, à escravidão, confundindo santidade com aparência externa. Mas santidade não vem de regras ou coisas externas — isso é invenção humana, fruto da incompreensão do evangelho.

O evangelho de Cristo é escândalo para quem confia na sabedoria humana. A verdadeira vida está na compreensão do Cristo crucificado, não em normas criadas por homens.

É essencial termos a liberdade em Cristo para rejeitarmos regras de aparências, rituais e práticas inúteis. Devemos nos submeter a Cristo, tomar a cruz e morrer para desejos e sabedoria humana, vivendo na dependência da graça de Deus.

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