Confirmando a nossa aptidão

foto por: Tim Umphreys em Unsplash

Paulo instrui Timóteo na sua primeira carta sobre o serviço na Igreja e a função de pastoreio, no capítulo três, do versículo um ao sete, como podemos ler:

Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo.” (1Timóteo 3.1–7 RA).

Quando desprezamos o ensino e instrução de Paulo no reconhecimento daqueles que são líderes na Igreja, na família de Deus, estamos criando bases para a confusão, para o caminhar no sentido contrário à vontade do Senhor, pois ao indicarmos pessoas que não tem o perfil descrito, estamos na verdade, estimulando uma maneira de pensar deste mundo dentro da família. Temos que entender que a função deve ser desempenhada não para que alcance a maturidade, mas porque a ela alcançou a maturidade e entendeu os processos de Deus e nós a apontamos como líder dentro da família, exemplo a ser seguido por outros, não importa o papel a desempenhar no Corpo, o que vale é a devoção com o Pai, revelando o compromisso com a Sua vontade.

Confirmamos a nossa aptidão quanto ao papel que temos que desempenhar no corpo pelo processo de amadurecimento, do serviço que prestamos uns aos outros, como servos de Cristo, para que a vontade do Pai se cumpra em nós e através de nós, levando a Igreja à maturidade.

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