Não usamos de subterfúgios

foto por: Casey Horner em Unsplash

Na primeira carta aos Tessalonicenses, capítulo dois, do versículo três ao cinco, Paulo fala sobre como deve ser o nosso proceder, conforme o seu exemplo:

Pois a nossa exortação não procede de engano, nem de impureza, nem se baseia em dolo; pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração. A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha.” (1Tessalonicenses 2.3–5 RA).

Ao anunciarmos o evangelho de nosso Senhor, não podemos usar de bajulação, não devemos enganar e nem recorrer a subterfúgios de maneira que as pessoas caiam neste tipo de armadilha, mas precisamos falar sobre o nosso Deus e Sua vontade, não para agradar a homens e nem a seus interesses e sim para conduzir as pessoas à salvação e a uma vida de maturidade e conhecimento da Sua vontade. Fomos chamados a sermos um reino de sacerdotes, para tornar visível o Deus invisível, agirmos segundo o modelo de Cristo revelando a glória do Pai, andando de modo digno do Seu reino e sendo expressão viva do Seu amor e graça à todos.

O evangelho que anunciamos não é para atrair pessoas usando de subterfúgios, mas para que conheçam a salvação e possam crescer e amadurecer e todos em todos os tempos e épocas, ajam segundo o modelo de Cristo, sendo Seus imitadores e revelando o reino com a autoridade que nos foi concedida.

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