Nós servimos a Deus, não Ele a nós

Paulo ensinando em sua primeira carta aos Coríntios, capítulo dez, do versículo seis ao dez, afirma:

Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se. E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil. Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes. Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador.” (1Coríntios 10.6–10 RA).

Quando pensamos sob a perspectiva natural, segundo o pensamento religioso, olhamos pelos nossos interesses e desejos. Fazemos as coisas para que Deus nos sirva, achando que Ele existe para atender aos nossos desejos e satisfazer as nossas necessidades e que isso não tem problema algum. Quando assim olhamos, podemos até estar no caminho certo, mas na direção errada, praticando uma religiosidade e andando pela forma de pensar do mundo e não como alguém que conhece a Cristo. Somos chamados para servirmos ao Deus vivo e verdadeiro, para compreendermos a Sua obra, salvação e andarmos na Sua vontade, negando a nós mesmos e sendo instrumentos de expressão da Sua justiça. Não podemos fazer as coisas como um ser natural, mas devemos andar como Cristo e fazer da vontade do Pai a nossa comida.

Temos que entender que servimos a Deus e não Ele a nós, que somos instrumentos e expressão da Sua vontade e não que Ele exista para nos atender por meio de nossos serviços. Assim como Cristo, devemos nos sujeitar à vontade do Pai e andarmos nela.

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