Não e nossa responsabilidade remover o joio

Não é nossa responsabilidade remover o joio

foto por: Riley em Unsplash

Jesus ensinando no evangelho de Mateus, no capítulo treze, do versículo vinte e oito ao trinta, afirma:

Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio? Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo. Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.” (Mateus 13.28–30, RA).

Na nossa religiosidade queremos agir como os servos, pois desejamos arrancar o joio que cresce junto com os filhos de Deus. Tanto o trigo quanto o joio se parecem no processo de crescimento. O que os diferencia é o fruto.  Somente o trigo produz fruto. Assim é com relação aos filhos do reino. Quando em processo de crescimento, se parecem com os filhos do mundo, mas à medida que amadurecem é que revelam os frutos. Temos que entender que não é o nosso papel  remover as pessoas do nosso meio, pois quem irá fazer isso é o Senhor. Andar no meio dos filhos do mundo é que nos ensina e nos conduz a agirmos como Cristo e a revelarmos o Pai e assim proclamarmos o Seu reino, sendo luz e instrumento de salvação junto a todos.

Não é agindo como religioso e querendo separar entre os que se parecem ser filhos de Deus dos filhos do mundo que estamos agindo na vontade do Pai. O mundo é o nosso campo de atuação, onde aprendemos, amadurecemos e revelamos a glória de Deus, produzindo os frutos que temos que revelar.

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