Com quem não nos associarmos

Com quem não nos associarmos

foto por: Hà Phạm em Pixabay

Paulo, na primeira carta aos Coríntios, no capítulo cinco, do versículo nove ao onze, afirma:

“Na outra carta que escrevi a vocês, eu recomendei que vocês não tivessem nada a ver com gente imoral. Eu não quis dizer que neste mundo vocês devem ficar separados dos pagãos que são imorais, avarentos, ladrões ou que adoram ídolos. Pois, para evitar essas pessoas, vocês teriam de sair deste mundo. O que eu digo é que vocês não devem ter nada a ver com ninguém que se diz irmão na fé, mas é imoral, ou avarento, ou adora ídolos, ou é bêbado, ou difamador, ou ladrão. Com gente assim vocês não devem nem comer uma refeição.” (1Coríntios 5.9–11, NTLHE).

Quando acatamos a atitude do pecado e aceitamos como irmãos, na realidade estamos negando a Quem confessamos e reconhecemos como Aquele que nos salva e nos liberta do domínio do pecado. Não devemos aceitar, não por desprezo ao irmão, mas para que haja arrependimento e conversão e rejeição do pecado. Não podemos andar com quem se diz irmão, que reconhece a Cristo como Senhor e Salvador e anda debaixo do pecado, como escravo dele.

Cristo nos libertou, para vivermos a vontade de Deus em santificação, não para transgredirmos, por isso, precisamos ser livres de fato e não compartilharmos o pecado daqueles que confessam a Cristo, mas vivem debaixo dele.

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