Quando os interesses pessoais sobrepõem a necessidade de muitos

Quando os interesses pessoais sobrepõem a necessidade de muitos

foto por: Roberto Nickson em Unsplash

Quando somos guiados pela natureza humana ou vemos em risco os nossos interesses, mesmo que sejam nobres, faremos qualquer coisa para salvar o que está debaixo de nosso controle, ainda que haja um pensamento sincero em nosso coração, não agiremos segundo a mente de Cristo e nem andaremos conforme valores eternos.

Os sacerdotes, da época de Jesus, embora conhecendo as Escrituras, não viram em Cristo o Messias e simplesmente alguém que poria em risco o poder que eles tinham e por isso, segundo a corrupção humana, entraram em acordo sobre como conduziriam Cristo à morte, como está no capítulo vinte e seis, do evangelho de Mateus, nos versículos três ao cinco: “Os chefes dos sacerdotes e os líderes judeus se reuniram no palácio de Caifás, o Grande Sacerdote, e fizeram um plano para prender Jesus em segredo e matá-lo. Eles diziam: — Não vamos fazer isso durante a festa, para não haver uma revolta no meio do povo.” (Mateus 26.3–5, NTLHE).

Sermos corrompidos pelos nossos interesses é algo normal quando não buscamos os interesses e nem a vontade de Deus, pois andaremos segundo o coração natural, que busca de todas as formas se salvar e preservar o poder que possui no mundo. Não se trata de nossos interesses, mas de compreendermos cada momento e nos movermos no sentido de revelarmos a vontade de Deus por meio de nossas vidas, sendo instrumentos para expressão de Sua vontade, andando unidos com o Pai.