Entre a necessidade pessoal e das pessoas

Entre a necessidade pessoal e das pessoas

foto por: Miguel Henriques em Unsplash

Assim como Cristo, precisamos aprender que embora tendo necessidades pessoais, devemos ser a oferta em favor das pessoas, agindo com compaixão, para que possam compreender o amor do Pai e assim conhecer a Sua vontade.

Embora estivessem cansados e buscassem um tempo a sós com os discípulos, Jesus se compadece da multidão e passa a ensiná-la em detrimento de Suas necessidades, como está em Marcos, capítulo seis, do versículo trinta ao trinta e quatro: “Voltaram os apóstolos à presença de Jesus e lhe relataram tudo quanto haviam feito e ensinado. E ele lhes disse: Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto; porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem numerosos os que iam e vinham. Então, foram sós no barco para um lugar solitário. Muitos, porém, os viram partir e, reconhecendo-os, correram para lá, a pé, de todas as cidades, e chegaram antes deles. Ao desembarcar, viu Jesus uma grande multidão e compadeceu-se deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor. E passou a ensinar-lhes muitas coisas.” (Marcos 6.30–34, BEARA).

Temos o mesmo entendimento de Cristo e sido oferta em favor das pessoas mesmo que implique em abrirmos mão de nossas necessidades? O que nos faz filhos de Deus não é a nossa religiosidade e nem o conhecimento sobre Ele, mas o agirmos como Ele, sendo oferta em favor das pessoas para que possam conhecer o Pai e a Sua vontade.

Que possamos compreender a vontade do Pai e agirmos como Seu filho Jesus, de maneira que o Seu reino cresça neste mundo e sejamos a luz que precisamos ser.