A quem temos servido?

A quem temos servido?

foto por: Massimiliano Morosinotto em Unsplash

Uma questão que precisamos refletir, pois a quem temos servido revela o nosso grau de comprometimento e conhecimento da vontade de Deus ou se temos de fato escolhido sermos servos do pecado, sujeitos às paixões e vontades da natureza humana. Quem conheceu Deus, compreendeu a Sua obra e vontade, não pode se sujeitar ao pecado e agir como seu escravo.

Paulo, na carta aos Romanos, falando sobre esta questão afirma no capítulo seis, do versículo quinze ao dezenove: “E daí? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da lei, e sim da graça? De modo nenhum! Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.” (Romanos 6.15–19, BEARA).

Tendo sido libertos por Cristo, não temos outra maneira de viver que não oferecendo nossos membros à prática da justiça e expressão da glória de Deus. Os frutos que produzimos devem e têm que ser para a santificação para sermos expressão de nosso Deus e para recebermos da Sua vida eterna, como podemos ler nos versículos vinte e dois e vinte e três: “Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6.22–23, BEARA).

Como filhos de Deus, libertos do pecado, não podemos viver de forma diferente de Sua vontade, revelando a Sua glória ao mundo, sendo como Cristo e conduzindo as pessoas à reconciliação com Deus.

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