Nossa resistência religiosa

Nossa resistência religiosa

foto por:  Jamson Tan em Unsplash

Não compreendermos a essência do evangelho, o fundamento de nossas vidas, a maneira como devemos viver, a razão e propósito de nossa existência e salvação sempre nos conduzirá a um posicionamento religioso e não à expressão da vontade de Deus. Somos chamados para revelarmos o reino, proclamarmos as virtudes, andarmos de modo digno da vocação e não para defendermos a nossa religiosidade.

Não foi diferente com Pedro e nem com os irmãos que ouviram falar que ele tinha entrado em casa de um não judeu e comido com eles, como podemos ler em Atos onze, do versículo um ao três: “Chegou ao conhecimento dos apóstolos e dos irmãos que estavam na Judéia que também os gentios haviam recebido a palavra de Deus. Quando Pedro subiu a Jerusalém, os que eram da circuncisão o arguiram, dizendo: Entraste em casa de homens incircuncisos e comeste com eles.” (Atos dos Apóstolos 11.1–3, BEARA).

Qual era a preocupação dessas pessoas? Estavam alegres porque o evangelho tinha alcançado outras nações ou com a transgressão do ensino judaico de sua época? Quando pensamos de forma religiosa, não nos preocupamos com as pessoas, mas, com a nossa doutrina, nossos ensinos, com a nossa maneira de ser e não com a vontade de Deus, o revelar do Seu amor e o manifestar da Sua vida diante de todos.

Que possamos parar e refletir em cada ação, cada palavra, cada reação que temos para buscarmos a motivação de nossos sentimentos e atitudes, para que rejeitemos tudo que procede de um pensamento religioso que não tem o propósito de revelar Cristo ao mundo.

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