Cheios de toda religiosidade

Cheios de toda a religiosidade

foto por:  Fabrizio Conti em Unsplash

Não somos chamados para sermos religiosos. Deus não quer apenas saibamos falar sobre Ele, mas que O conheçamos pessoalmente, que desenvolvamos relacionamento profundo, que experimentemos quem Ele é, e assim, possamos não só desfrutar da vida eterna, viver de forma plena a Sua vontade, manifestar em obras  as Suas virtudes, para não sermos cheios de religiosidades.

Jesus falando sobre os religiosos, afirma em Mateus vinte e três, do versículo dois ao quatro: “Na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem. Atam fardos pesados [e difíceis de carregar] e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los.” (Mateus 23.2–4, BEARA).

Não podemos nos esquecer dessas palavras, pois podemos nos acostumar  com o que não revela o Pai, não é para discutirmos teorias e pensamentos, e nem estamos aqui para buscarmos “algo espiritual” e muito menos “etéreo”, mas para expressarmos por meio de nossas vidas as virtudes do Criador.

Viver o Reino não se trata do que podemos fazer para alcançar favores de Deus, mas por compreendermos quem somos Nele, sermos expressão Dele no mundo de forma prática, manifestando em obras que O glorificam, por meio das nossas vidas na maneira alinhada que vivemos com relação às Escrituras.

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