O caminho sobremodo excelente que Paulo quer nos mostrar está relacionado à maturidade e a expressão de Deus por meio da nossa vida. Expressamos o Criador por meio do amor que se revela em favor do outro, que age de maneira a conduzir o outro à maturidade e a expressão do Pai. Qualquer coisa diferente disto não tem o interesse de fazer Deus conhecido diante dos homens e está relacionado à religiosidade e pensamento natural, a coisa de homem, a pensamento demoníaco e terreno.
Paulo, na primeira carta aos irmãos de Corinto, afirma no capítulo treze, do verso quatro ao sete o seguinte com relação ao amor que temos que revelar e que não se trata dos nossos sacrifícios: “O amor nunca desiste. O amor se preocupa mais com os outros que consigo mesmo. O amor não quer o que não tem. O amor não é esnobe, não tem a mente soberba, não se impõe sobre os outros, não age na base do “eu primeiro”, não perde as estribeiras, não contabiliza os pecados dos outros, não festeja quando os outros rastejam, tem prazer no desabrochar da verdade, tolera qualquer coisa, confia sempre em Deus, sempre procura o melhor, nunca olha para trás, mas prossegue até o fim.” (1 Coríntios 13:4-7, Mensagem).
Compreendendo como devemos agir com relação ao próximo, àquele que é imaturo, que não tem compreensão de família, de corpo, que só pensa em si mesmo, como devemos fazer? Qual deve ser a nossa atitude? Se a mesma tem sido diferente do que Paulo afirmou, então, estamos sendo tão imaturos quanto aos que criticamos.
Não temos outro caminho, não temos outra opção, precisamos aprender a conhecer a Deus, pois neste conhecimento não está somente a vida eterna, mas o entender de como é importante expressarmos as Suas virtudes aos homens, para que todos cheguem ao conhecimento do Senhor. Por isso, precisamos renovar o nosso entendimento para agirmos como Ele diante dos homens e andarmos de modo digno da nossa vocação que é revelar o reino neste mundo
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