Sem o fermento do pecado

Ao compreendermos que somos filhos, que recebemos da vida de Deus, que temos da natureza divina e que o nosso compromisso com Ele envolve rejeitarmos tudo que procede da natureza e paixões humanas, e vivermos como Seus  imitadores, o pecado não tem lugar em nosso dia a dia, pois nós como membros do corpo, não podemos expressar por meio dos relacionamentos (da comunhão) qualquer atitude que revele um posicionamento contrário à natureza divina.

Paulo escrevendo aos irmãos de Corinto, em sua primeira carta, no capítulo cinco, versos seis e oito, afirma que devemos lançar fora todo o fermento do pecado, como podemos ler: “Não é boa a vossa jactância (orgulho). Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?  Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal,  foi imolado.  Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os asmos da sinceridade e da verdade. ” (1 Coríntios 5:6-8, BEARA).

Temos que entender que lançarmos fora, não a partir da vida dos outros, mas da nossa, e lançar fora significa que precisamos nos despir, rejeitar tudo e toda ação que procede da natureza humana, pois é terrena, animal e demoníaca. Lançando fora, não expressaremos na comunhão, atos e palavras que são contrárias a vida e vontade de Deus e que não revelam o Seu reino. Ao rejeitarmos o pecado a partir de nossa vida, expressaremos o Deus que conhecemos nos relacionamentos, viveremos de modo digno do reino, do chamado que temos, e O manifestaremos ao mundo.

https://soundcloud.com/caminhar-na-graca/sem-o-fermento-do-pecado