Ser encontrado fiel

Quando compreendemos que somos despenseiros da graça , responsáveis por sacar nos depósitos eternos e revelarmos as virtudes de nosso Deus e Pai para servir a mesa, as pessoas, seja no processo de amadurecimento e crescimento dos membros do corpo, ou àqueles que ainda não O  conhecem, então, temos o discernimento que temos que caminhar rumo a santificação, a semelhança com o Senhor, para sermos instrumentos úteis ao reino e ao cumprir a vontade eterna do Criador.

Não é nosso propósito nos comprometermos com as pessoas e seus interesses, mas estando compromissados com Deus, temos que ser fieis a Ele no revelar, manifestar e propagar o Seu querer entre os homens.

No capítulo quatro, da primeira carta aos Coríntios, nos versos um e dois, ele fala sobre este aspecto de fidelidade, do compromisso com Deus e Sua vontade: ” Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios  de Deus.  Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel.” (1 Coríntios 4:1-2, BEARA).

Sendo o despenseiro, o ministro fiel da vontade de Deus, então, cada despenseiro tem a convicção para chamar as pessoas para serem seus imitadores, como Paulo fez no verso dezesseis, que diz: “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores.” (1 Coríntios 4:16, BEARA).

Não se trata de opção, de alternativa, de uma possibilidade, mas a fidelidade ao compromisso assumido diante do Pai, de revelar e cumprir a Sua vontade, é condição básica para qualquer um que deseja ser Seu instrumento neste mundo, para revelar as Suas virtudes e ser Seus ministros, Seus despenseiros. Por isso, a única forma de revelar esta fidelidade é andando de modo digno do evangelho do Senhor, vivendo entre os homens como Seus imitadores.

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