Compreendermos o que são atos de injustiça é muito importante, para termos a consciência de que andamos segundo a vontade de Deus, em obediência aos Seus preceitos, expressando o amor a Ele, ou se andamos pela natureza humana, confirmando pelos nossos atos que servimos a nós mesmos e aos nossos interesses e que temos em Deus somente um “deus” que desejamos que resolva os nossos problemas.
João, em sua primeira carta, no capítulo cinco, versos dois e três, afirma: “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos,” (1 João 5:2-3, BEARA) e no versos dezessete ele afirma: “Toda injustiça é pecado, e há pecado não para morte. ” (1 João 5:17, BEARA).
Praticar atos de injustiça é não estarmos alinhados com a vontade de Deus, andarmos segundo o nosso pensamento, cheios de egoísmo, orgulho, arrogância, pensando em nós mesmos, nos nossos interesses e temos em Deus somente a possibilidade de ter os nossos problemas resolvidos.
Nós O buscamos não porque O amamos e desejamos viver segundo o Seu reino e vontade, mas, fazemos as coisas com o intuito (em nossas cabeças) de sermos agradáveis para que tenhamos como recompensa dias tranquilos, felizes e sem problemas. Viver assim é praticarmos atos de injustiça, é sermos religiosos e demonstrarmos que não entendemos como devemos viver neste mundo.
Temos que ter o entendimento que fomos chamados não para viver a nossa vontade, mas em obediência ao que Jesus ensinou, revelando o reino de Deus entre os homens, buscando não só os nossos interesses mas os dos outros, amando as pessoas, repartindo com elas o que Ele nos concedeu para que haja expressão da Sua vontade por meio da igreja, pois fomos capacitados para viver a Sua vontade e o Seu reino entre os homens.
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