Sem se defender a condenação era certa

No evangelho de João, no capítulo dezenove, versículos dez e onze, lemos sobre um momento durante o processo de condenação de Cristo, uma conversa entre Pilatos e o Senhor Jesus:

Então, Pilatos o advertiu: Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar? Respondeu Jesus: Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada; por isso, quem me entregou a ti maior pecado tem.” (João 19.10–11 RA).

Segundo a lei romana, responder e contestar as acusações asseguraria a possibilidade de não ser condenado, mas quando havia o silêncio então seria certa a condenação. Assim aconteceu com o Senhor. Mesmo não sendo culpado do que O acusavam, Ele ficou em silêncio, pois todo o processo que se desenvolvia de Sua condenação era injusto e fora do que determinava a própria Lei. A condenação do Senhor não foi decorrente de Seus atos, mas, dos nossos, de nossos pecados, pois Sua morte era a oferta de Deus em nosso favor para que pudéssemos alcançar a vida e a libertação para andarmos na Sua vontade.

A atitude do Senhor de ficar calado diante das acusações conduziram-No à morte na cruz, mas o Seu silêncio trouxe para nós a libertação e a possibilidade, por termos sido justificados, de sermos reconciliados com Deus.

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