Descubra por que amar não é apenas sentir, mas escolher com sabedoria para refletir Cristo no mundo.
Assim como Paulo orou, essa deve ser também a nossa oração — pela família da fé e por nós mesmos — para que o amor de Deus cresça em nossas vidas. Ele escreveu aos Filipenses (1.9-11):
“E também faço esta oração: que o amor de vocês aumente mais e mais em conhecimento e toda a percepção, para que vocês aprovem as coisas excelentes e sejam sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça que vem por meio de Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.” (Filipenses 1.9–11 NAA)
Precisamos crescer em amor, mas não em um amor cego ou apenas emocional. É um amor fundamentado na verdade, cheio de sensibilidade espiritual, que une ensino e prática. Esse amor nos dá discernimento para escolher o que agrada a Deus e revela compromisso e fidelidade. Assim, o fruto da justiça, que vem de Deus, aparece em nossas vidas, para que vivamos como Cristo no mundo. Tudo isso tem um propósito: a glória de Deus — não a nossa.
Amar não é sentimentalismo. É entender a ação de Deus em nosso favor e agir da mesma forma. Não se trata de “gostar muito”, mas de conduzir o outro ao conhecimento do Pai e do Seu amor. Fazemos isso quando agimos com discernimento e escolhemos o que glorifica a Deus. Por isso, antes de falar ou fazer algo, pergunte: isso glorifica a Deus?
E lembre-se: só pela graça podemos avançar no processo de santificação. Que tudo em nossas vidas resultem na glória que pertence ao Senhor.
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