A ascensão de Cristo não é o fim — é o começo do Seu governo e o chamado para vivermos com propósito, esperança e ação até o Seu retorno glorioso.
Em Atos 1:9–11, vemos a ascensão de Cristo como um evento real, visível e corporal — não simbólico. Diante dos discípulos, Jesus sobe ao céu com Seu corpo ressurreto, marcando o fim do Seu ministério terreno e o início de Sua exaltação à direita do Pai (v.11)
“e lhes disseram: — Homens da Galileia, por que vocês estão olhando para as alturas? Esse Jesus que foi levado do meio de vocês para o céu virá do modo como vocês o viram subir.” (Atos 1:11 NAA)
A ascensão não encerra a obra de Cristo; ela inaugura uma nova etapa do Seu governo soberano, segundo o plano de Deus. Tudo foi colocado sob Sua autoridade. Ao mesmo tempo, os discípulos são chamados a sair da passividade e cumprir a missão que receberam. Assim como Sua ida foi visível, Sua volta também será — pessoal, gloriosa e certa.
Isso nos enche de esperança: a injustiça que vemos hoje não terá a palavra final.
Diante dessa verdade, não podemos viver uma fé parada ou apenas contemplativa. Somos chamados a viver em vigilância e ação, lembrando que o Senhor voltará. Precisamos cumprir nossa missão no mundo com propósito e intencionalidade.
Mesmo em meio ao caos, temos uma certeza firme: Cristo reina. Ele cumprirá todas as Suas promessas. Por isso, vivemos em obediência diária, não guiados por especulações, mas sustentados por uma esperança viva na consumação final — quando Ele voltará e estabelecerá plenamente o Seu reino, conforme a perfeita vontade do Pai.
Ouça a mensagem no agregador de PODCAST de tua preferência:
CASTBOX, SPOTFY, DEEZER ou YOUTUBE
Busque por: “caminhar na graça”